As obras reunidas pela 21ª Bienal atestam as formas muito diversas como a ideia de comunidades imaginadas se manifesta e se exercita nas produções artísticas do Sul global. Composta a partir de um edital aberto, a seleção desta edição é marcada pela presença de artistas de povos originários e indígenas de diferentes países, assim como de uma série de trabalhos de grupos de ativismo político e movimentos sociais.

Entre muitos aspectos da experiência contemporânea, os trabalhos exploram o poder dos objetos de evocar a história; os conflitos entre passado e futuro que dão forma ao presente; e a luta pela posse e o uso da terra, que está na base de tantas experiências sociais no âmbito do Sul global. Algumas obras reverberam diretamente o presente e seus conflitos, como aquelas que relatam experiências de deslocamento ou exílio.

Além das instalações, vídeos, pinturas, fotografias e obras de outras naturezas reunidas no espaço do 5º andar, a Bienal é composta por cinco programas de vídeo (que serão exibidos em horários regulares no Auditório do 6º andar) e por uma série de performances, ativações e ações envolvendo o público; entre elas, um serviço de apoio jurídico à população trans e oficinas de conscientização política exploram o rico espaço intermediário entre a arte e outras formas de agir sobre o mundo.

Artistas

Obras

Prêmios e menções