É artista visual. Suas obras em vídeo, fotografia, performance, instalação e objetos operam gestos simples de ampla repercussão para dar visibilidade a questões sobre imigração, racismo e colonialismo. Artista andarilho, parte das relações que cultiva em seus caminhos, em especial com pessoas invisibilizadas e oprimidas, desafiando premissas sobre identidade nacional, história cultural e valor humano, no limiar entre ironia e franqueza. Suas individuais incluem Algebra, Coleção Pinault, Veneza (2026); NAZARETHANA, Mendes Wood DM, São Paulo (2025); LUZIA, Museo Tamayo, México (2024); Esconjuro, Inhotim, Brumadinho (2024); e The Journal, Institute for Contemporary Arts, Londres (2014). Participou das coletivas Chosen Memories, MoMA, Nova York (2023); Histórias Brasileiras, MASP, São Paulo (2022); além da 34ª Bienal de São Paulo (2021) e da 56ª Bienal de Veneza (2015). Vive e trabalha pelo mundo.